Não consegue dizer não
Você cede no trabalho, cede na relação, e depois fica remoendo. Absorve a opinião dos outros e leva quase tudo para o lado pessoal — sobra pouco espaço para o que você precisa.
Psicóloga · Análise do Comportamento
Se você leva tudo para o lado pessoal, adia o que importa e não consegue dizer não sem culpa, isso tem explicação — e tem caminho. Atendimento online, com base em evidências.
Para quem é
Atendo homens e mulheres adultos, com um cuidado especial por mulheres acima dos 30 e pela população LGBTQIAPN+. Na prática, quase todo mundo chega por um destes três caminhos.
Você cede no trabalho, cede na relação, e depois fica remoendo. Absorve a opinião dos outros e leva quase tudo para o lado pessoal — sobra pouco espaço para o que você precisa.
A ansiedade virou fuga: você recusa convites, adia o desafio profissional, evita a conversa difícil. O alívio dura pouco e o mundo vai ficando menor a cada esquiva.
A insegurança já parece jeito de ser, e não consequência de uma história. Vem junto a tristeza que volta sempre e a sensação de nunca ser suficiente em lugar nenhum.
Você se reconhece?
Dizer sim antes de perceber que queria dizer não.
Ouça de mim
Em um minuto eu me apresento e explico o que é ser analista do comportamento — uma abordagem baseada em evidências. A gente parte das experiências pelas quais você tem passado, de dentro e de fora, para entender como você pensa, age e sente.
Reconhecidos esses padrões, o trabalho é ampliar seu repertório de habilidades para lidar melhor com os problemas do dia a dia. Num ambiente de escuta ativa, acolhimento e nenhum julgamento.
Como o processo anda
A Análise do Comportamento é uma abordagem da psicologia baseada em evidências que investiga o que mantém um comportamento — o que vem antes dele e, principalmente, o que vem depois. Eu trabalho na linha TCR (Terapia por Contingências de Reforçamento): em vez de procurar um rótulo para você, a gente entende a função do que você faz. Descoberta a função, dá para mudar a consequência.
Nas primeiras sessões a gente mapeia sua rotina, suas relações e sua história. Não para catalogar, mas para descobrir em que situações os padrões aparecem — e o que vem depois deles.
Todo comportamento serve para alguma coisa, mesmo os que te machucam. Dizer sim sem querer alivia um medo; evitar reduz a ansiedade na hora. Nomear essa função é o que tira o peso da culpa.
A sessão vira laboratório: você recebe modelos de resposta assertiva e ensaia comigo antes de levar para a vida. Depois a gente revisa o que aconteceu de verdade e ajusta.
Com o novo comportamento sendo reforçado no mundo real, o repertório cresce sozinho. O objetivo não é depender da terapia — é você reconhecer o padrão e ter o que fazer com ele.
Como eu atendo
Uma comunicação horizontal e respeitosa, livre de julgamentos, num ambiente em que você se sente compreendida e acompanhada ao longo de todo o processo.
Um espaço em que o que você sente é levado a sério, sem julgamento e sem conselho apressado. É a base do vínculo — e sem vínculo nenhuma técnica funciona.
Estudo com frequência para manter a prática ancorada em princípios científicos. O que eu proponho na sessão é baseado em evidências, não em opinião.
Adapto a condução terapêutica ao seu repertório e ao seu momento. A exigência acompanha onde você está, não um roteiro fixo igual para todo mundo.
Quem vai te acompanhar
Sou psicóloga formada pela PUC Campinas, com pós-graduação em Análise do Comportamento. Antes da clínica generalista, passei três anos trabalhando com TEA — foi ali que aprendi a olhar para o comportamento com a precisão que trago hoje para cada sessão.
Trabalho com adultos que querem entender por que fazem o que fazem. Minha aposta é que compreender a função de um comportamento vale mais do que receber um rótulo: é o que devolve a autonomia para escolher diferente.
Atendo 100% online, em sessões de 50 minutos.
Sim. Todo o meu atendimento é feito online.
A sessão tem duração de 50 minutos.
Não trabalho com planos de saúde.
É a abordagem em que eu me baseio. Em vez de procurar um rótulo para você, a gente investiga o que mantém um comportamento — o que vem antes e, principalmente, o que vem depois dele. Entendida essa função, dá para mudar o que sustenta o sofrimento. Trabalho na linha TCR (Terapia por Contingências de Reforçamento).
Atendo adultos que chegam com ansiedade, dificuldade de colocar limites, autoestima abalada e relações desgastantes. Também tenho experiência com pessoas no espectro autista (TEA). Se tiver dúvida se o seu caso se encaixa, me chama no WhatsApp que a gente conversa.
A diferença está no foco: em vez de classificar você num rótulo, a gente olha para a função do comportamento — por que ele se instalou e o que o mantém. A partir daí, você não recebe só conselhos, mas modelos concretos de como agir de forma mais assertiva, testados junto comigo antes de levar para a vida. Tudo com base em evidências científicas.
Para ler com calma
Escrevo sobre ansiedade, autoestima, limites e relações — sem jargão, do jeito que eu explicaria numa sessão. Se quiser me conhecer um pouco antes de conversar, comece por aqui.
Me conte, com as suas palavras, o que te trouxe até aqui. A gente vê junto se faz sentido começar.
Conversar no WhatsAppAtendimento particular · 50 minutos por sessão · CRP 06/171454